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Veja a diferença entre o açúcar e adoçante.
O que muitas mulheres desejam saber é quando for adoçar alguma bebida que deve usar o adoçante ou açúcar, pois toda mulher sempre deseja se manter muito elegante, mesmo se for um cafezinho. Se tornam cada vez mais popular os adoçantes dietéticos aqui, isso desde a décadas de 1980 e 1990. Inicialmente utilizados por diabéticos, logo ganharam a adesão de pessoas que buscam manter o peso ou mesmo emagrecer.
Mas ainda são mais consumidos os açucares em especial os refinados, para adoçar as bebidas e os alimentos, mas as vendas de adoçantes vem crescendo muito rápido, se estima em 10% o crescimento anual do consumo de alimentos e bebidas nas categorias light e diet.
É muito grande a gama e diversificada de adoçantes artificiais nas prateleiras. Se por um lado isso se traduz em mais opções para o consumidor, por outro, multiplica as dúvidas em relação ao uso do produto e seus efeitos no organismo. Mas não se tem certeza sobre os efeitos do consumo a longo prazo, pois eles são produtos recentes. O que temos é a regularização dos órgãos que preconizam quantidades seguras para não causar prejuízos à saúde, desde efeitos como diarréias e dor de cabeça, e até mesmo de possíveis alergias.
A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no ano passado resolveu reduzir a quantidade máxima da sacarina e do ciclamato em bebidas e alimentos e aprovar o consumo brasileiro de três substancias novas – a taumatina, o eritrol e o neotame, adoçantes já aprovados por outros organismos de saúde. “Segundo especialistas da agência, a quantidade de sódio presente tanto no ciclamato como na sacarina pesou na decisão, já que o sódio é, por si só, uma substância condenada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O teor alto de sódio presentes, causaria uma dificuldade a mais no combate de doenças como a hipertensão. A sacarina já e proibida no Canadá, e o ciclamato, nos Estados Unidos, pois pesquisas com camundongos nestes países mostraram um aumento no risco de câncer de bexiga. Embora não haja estudos que mostrem esse risco em humanos, se recomenda diminuir a quantidade consumida.
O uso contínuo dos adoçantes artificiais não provoca um efeito cumulativo no organismo isso de acordo com os profissionais de nutrição. E se acredita inclusive que muitos deles não chegam a ser metabolizados pelo corpo, e são eliminados da mesma forma que entraram. E ainda se afirma que qualquer indivíduo saudável pode consumir qualquer adoçante sem problemas. Já as pessoas com doenças que exigem alguma restrição alimentar devem consultar um médico, para se chegar ao mais adequado para sua necessidade.
Mas os médicos costumam desaconselhar o uso de adoçantes artificiais para crianças e gestantes, por precaução, mesmo apesar de ausência de estudos comprovando possíveis malefícios à saúde. Por ser uma substância química existe um receio, devido se saber que tudo o que alimenta a mãe vai para o bebê. Como não temos certeza de como isso pode interferir, por via das dúvidas a tendência é restringir, mesmo sem ter algum efeito maléfico que tenha sido comprovado.
A recomendação é moderação no consumo, pois muitos tendem a abusar das doses – seja qual for a opção escolhida do adoçante. O consumo de açúcar no Brasil é três vezes maior do que recomenda a Organização Mundial de Saúde, por isso se você consome açúcar é bom diminuir um pouco o consumo.
Açúcar refinado, se você consumir moderadamente, normalmente não apresenta problemas à saúde. Agrada o paladar e é fonte de energia. Mas em excesso, provoca cáries e leva à obesidade, podendo desencadear problemas cardíacos e diabetes. Não pode ser consumido por diabéticos.
Açúcar cristal e açúcar mascavo se consumido moderadamente também não causa problema. Mas excesso provoca cáries e leva à obesidade, podendo desencadear problemas cardíacos e diabetes. Por ser menos solúvel, adoça um pouco menos e acaba sendo usado em maior quantidade.
Açúcar demerara, ele é menos processado que o refinado, não passa por tantos processos químicos. Não chega a ser escuro e úmido como o mascavo. processado que o refinado, não passa por tantos processos químicos. Não chega a ser escuro e úmido como o mascavo.
Mel consumido moderadamente, normalmente não apresenta problemas à saúde. Em excesso, provoca cáries e leva à obesidade, podendo desencadear problemas cardíacos e diabetes. Ele pode parecer nutricionalmente mais vantajoso, mas as quantidades de proteínas e minerais presentes não o tornam mais saudável que os demais açúcares.
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Gabi Siqueira
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