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Cólicas, muitas mulheres as temem!

kelly

Não tem jeito, da mais leve à mais devastadora não tem mulher que ainda não passou por esse problema, e pior ela chateia e incomoda muito, mas existe alguma poucas muito poucas que tem a cólica famigerada, a maioria das mulheres do mundo inteiro sofre – e muito! – com essa dor inconveniente. Em casos mais sérios, há quem passe tão mal que precise visitar o hospital, ficar sem trabalhar ou ir à escola, e se isolar completamente em casa até que a malvada vá embora. Mas existem modos de diminuir e até acabar de uma vez, e a medicina ajuda muito, mas pequenas mudanças no seu dia a dia podem fazer muita diferença.

A cólica ocorre realmente, e a dor é causada pela contração em espasmos da musculatura uterina durante o período menstrual. Até aí tudo bem, faz parte do processo. O problema é que, dependendo da intensidade, pode ser sinal de algum problema nos órgãos pélvicos ou doenças ginecológicas, como a endometriose e algumas mulheres tem quantidades de dor que varia muito, mas se as suas são mais intensas precisam apurar se tem a existência de alguma patologia. Especialmente quem sofre de dores incapacitantes ou que tenha notado um aumento na sua intensidade com o tempo, por isso tenha toda a atenção.

Ela tem influencia em momentos em que aparece alguma doença ginecológica que pode piorar a cólica ou na modulação dos receptores da dor e a genética também tem culpa. Se a sua mãe e a sua avó tiveram problemas, é muito provável que você possa vir a tê-los também.

Vale tudo que possa acabar com o sofrimento, desde receitas caseiras, remédios de farmácia, terapias alternativas, anticoncepcionais, e se numa conversa aparecer o assunto logo vai aparecer alguma que tem algum segredo ou dica, até os mais terríveis casos de cólicas que você possa imaginar, e muitas logo que percebe que está com cólica ou TPM apelam para um bom e velho analgésico.

A tensão pré-menstrual ou síndrome pré-menstrual é caracterizada por alterações emocionais, transtornos psicossomáticos e comportamentais. Lesões orgânicas, como a queda de prostaglandina e várias vitaminas, como a B6, A e E são produzidas por influências psíquicas, consideradas, até hoje, um “mistério”.

Além da alteração em áreas cerebrais de extrema importância (a hipófise, por exemplo, controla a temperatura do corpo e o sono), durante a síndrome há queda de beta-endorfinas, de prostaglandina (do tipo F2-alfa, E2, D) e vitaminas B6, A e E, além de refração líquida. Nesta época, a mulher pode sofrer de depressão, oscilações de humor, ansiedade e dor nos seios.

Muitas mulheres optam pelo fim da mesntruação, devido a muitas vezes não saber mais o que fazer para acabar ou pelo menos diminuir a dor. Alguns cientistas acreditam que o problema acontece por conta do refluxo do ciclo menstrual. Essa teoria sugere que o fluxo menstrual volta pelas tubas uterinas e é derramado na cavidade pélvica, permitindo que as células endometriais se espalhem no organismo.

Outra teoria propõe que um problema no sistema imunológico ou alguma alteração hormonal permite que o tecido endometrial seja distribuído para outras partes do corpo pelo sistema linfático ou sangüíneo.

A solução, para os especialistas, é interromper a menstruação ou adotar métodos contraceptivos à base de hormônios que diminuem bastante o fluxo. É indicado os novos modelos do dispositivo intra-uterino (DIU). Eles contêm progesterona, substância que ajuda a atrofiar o endométrio. Além disso, a mulher pára de menstruar ou fica com um sangramento muito leve. Como o DIU é colocado dentro do útero e sua ação é local, ou seja, os hormônios não passam pela corrente sangüínea, o método também é indicado para mulheres que não se adaptaram à pílula.

Que cada mulher tem suas historias e experiências para contar você já deve saber, mas o que você deve estar querendo saber é o que resolverá, segundo vários ginecologistas, isso dependerá se a mulher alguma doença ou não. Se tem apenas cólicas, vários tipos de analgésicos ou anti-espasmódicos podem ser usados. Os mais recomendados são os antiinflamatórios não-hormonais, que devem ser usados preferencialmente antes do início da cólica. Algumas mulheres se beneficiam com o uso das pílulas anticoncepcionais ou os DIUs medicados com progesterona, mas lembre-se o único que pode decidir é o médico, de acordo com exames que mostrem as condições da paciente.

Mas procure estar sempre informada sobre a atuação de cada um desses métodos. A famosa bolsa de água quente e analgésicos deve e pode ser usado, mas saiba que o ideal é não esperar ter a dor para tomar o medicamento. É bom colocar a bolsa de água quente no local durante os primeiros dias, pois o calor úmido ajuda a aliviar a dor.

Já a pílula diminui a espessura do endométrio (que é o tecido que recobre a parte interna do útero, que, ao descamar, leva a menstruação), dessa forma o fluxo sanguíneo fica menos espesso, liberando uma quantidade menor da substância responsável pela contração do tecido uterino, a prostaglandina. A contração uterina diminui e as cólicas também, e o contínuo uso de pílulas anticoncepcionais, sem intervalo entre as caixas, leva à supressão da menstruação, causando a parada das cólicas.

O Dispositivo Intra-Uterino, mais conhecido como DIU, é bem indicado e bem conhecido por causar melhora nas cólicas, mas tem quem ainda não sabe que o de cobre, mais antigo, não tem efeito algum sobre as cólicas, pois serve somente por causa do efeito espermaticida do cobre sobre o espermatozoide, evitando a fecundação, mas hoje tem DIU que contem o hormônio progesterona, que aumenta a resistência do colo do útero à passagem do espermatozoide, ao mesmo tempo em que melhora as camadas internas do útero, diminui o fluxo sanguíneo e, claro, as cólicas menstruais. Mas fique atenta se existir alguma doença orgânica associada, é preciso fazer tratamentos bem específicos com a orientação do médico e pode ser necessário até uma cirurgia.

Talvez você nem imagine ou passe pela sua cabeça mas são essenciais mudanças pequenas na qualidade de vida, e o primeiro item é alimentação, deve ser o mais saudável possível, com muitas frutas, verduras, legumes e grãos integrais. Estudos mostram que a ingestão de alimentos ricos em ômega-3 e tiamina podem trazer melhora, exercícios físicos é uma ótima e uma das primeiras dicas dos ginecologistas para a paciente que sofrem com cólicas, pois os exercícios ajudam a diminuir a intensidade das dores.

Hábitos como o tabagismo, o sedentarismo e o consumo de bebidas alcoólicas devem ser extintos de sua vida. Por isso se seu caso também são as cólicas e acredita que já sofreu demais, o o melhor é procurar um médico de confiança, que fará uma série de exames e determinará qual o melhor tratamento, e se por um acaso elas estão te causando impedimento de ter vida normal, você não deve se acostumar com a dor somente, um bom tratamento e boa qualidade de vida, a cólica não resistirá!

 

 

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Silvia Salgado

Categoria: Saúde | 1 comentário »

1 Comentário em “Cólicas, muitas mulheres as temem!”

  1. Marise Cunha Says:
    maio 5th, 2009 at 11:45

    Gostaria de saber sobre TPM… Como posso cuidar desse mal????

    Grata pela atenção!

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