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Alergias respiratórias

Todo mundo sempre ouve a palavra alergias, mas muitas vezes não sabe o que é, a alergia é uma situação na qual o organismo apresenta uma resposta imunológica (de defesa) diferente da resposta protetora esperada, causando alterações indesejáveis. Simplificando é uma reação específica do sistema de defesa do organismo à substâncias normalmente inofensivas. E quem tem alergias normalmente é sensível a mais de uma substancia, se for esse o seu caso, fique atenta!
As substâncias que causam reações alérgicas, chamados de alergenos, pode ser vários, alimentos, partículas de pó, esporos de fungos, pólem, veneno de insetos, medicamentos, látex, entre outros.
Hoje se acredita que ela se desenvolve de uma combinação entre uma predisposição genética da pessoa e uma situação no ambiente facilitadora para que a doença, nesse momento se manifeste.
Exemplo dos fatores que podem favorecer a que apareça uma rinite alérgica em crianças, podemos citar o tabagismo passivo no primeiro ano de vida, história de alergias em parentes em primeiro grau, a exposição a alérgenos animais (pêlos de gato, cachorro e etc) e pouco tempo de aleitamento materno isso entre outros.
O sistema imunológico procura defender o organismo contra agentes invasores, como as bactérias e vírus. Entretanto, na maioria das reações alérgicas, o sistema imune (de defesa) está respondendo a um falso alarme. A pessoa primeiro entra em contato com um alergeno e o sistema imune trata este como um invasor.
Mesmo com todo o avanço no tratamento das alergias, a mortalidade por asma – o quadro que reúne os sintomas mais agudos desse mal – continua crescendo no mundo. Só no Brasil, ela mata seis pessoas por dia. Uma pesquisa patrocinada pela Organização Mundial de Alergia mostra que uma das causas desse aumento é a falha na comunicação entre médicos e pacientes. E com isso o paciente vive de melhoras e recaídas, também é comum a prática de correr ao pronto-socorro só na hora da crise. Segundo médicos a a asma deve ser tratada quando o paciente está bem, para que continue assim. Isso quer dizer que o enfoque atual é a prevenção. Ela requer uso diário de antiinflamatórios, cuidados ambientais para manter o alérgico longe de substâncias que ele é sensível.
Bronquite, asma e rinite.
Muitas pessoas acreditam que bronquite e asma são diferentes, mas não são, se trata de uma inflamação crônica dos brônquios, que estreita a passagem de ar e dificulta a respiração. Os sintomas são tosse seca, chiado no peito, sufocamento e falta de ar. Já a rinite se caracteriza pela inflamação das vias aéreas superiores, que provoca espirros intermináveis, coceira e obstrução nasal, além de dor de cabeça. Ambas eram tratadas como problemas alérgicos distintos. Hoje, os cientistas dizem que são manifestações diferentes de uma doença respiratória. Essa conclusão surgiu após a comprovação de que 80% dos asmáticos apresentam rinite e um terço dos que têm diagnóstico de rinite sofre de asma. E se sabe também que quando um piora faz com que se acentue o quadro do outro, por isso quando se trata uma dessas causas a outra também é tratada e com isso a crise e contornada.
Hoje cerca de 10% da população do país apresenta sintomas de asma e quase 30% de rinite. Estima-se que até o fim deste século metade dos brasileiros sofra com esse e com outros tipos de alergia, e esse aumento é maior nas grandes cidades do que no campo, e por isso os cientistas acreditam ter haver com a higiene, de modo geral as pessoas pessoas vivem em ambientes esterilizados e consomem alimentos pasteurizados. Com isso, são menos expostas a vírus, bactérias e outros agressores. Já que o ambiente não estimula suas defesas, seu sistema imunológico, por uma predisposição genética, acaba se voltando contra substâncias inertes como pó, mofo. As pessoas que moram às margens de rodovias apresenta mais respostas alérgicas.
A pele de pessoas que tem alergias respiratórias também é frequentemente afetada, dermatite atópica, uma inflamação da pele caracterizada pela presença de erupções, ressecamento e coceira. Em cada época, uma das manifestações alérgicas se sobressai, o que reforça a suspeita de uma origem genética comum entre elas. Na Universidade de Dundee, na Escócia, acreditam terem localizado um gene que pode ser o responsável pela relação entre os sintomas. A descoberta pode levar a alergia a ser tratada, no futuro, por meio de terapia gênica.
O stress não é considerado a causa da alergia, mas pode desencadear o quadro em quem for geneticamente predisposto ou acentuar as crises, a pessoa estressada adoece muito mais, contrai gripes e resfriados e com isso as nossas principais células de defesa, os linfócitos, ficam anestesiadas, e dessa forma se contrai viroses respiratórias -, que são os principais responsáveis pela piora da asma.
Por isso foi mudado o enfoque nas crises são seguidas as recomendações tradicionais. Nas crises de asma, por exemplo, devem ser adotados as bombinhas com broncodilatadores, que facilitam a passagem do ar, antiinflamatórios ou cortisona oral ou inalável. Nos ataques de rinite, os médicos continuam indicando os anti-histamínicos orais e sprays nasais de corticóide. Quando os sintomas são simultâneos, existe a opção de utilizar antileucotrienos, substâncias que agem do nariz até os alvéolos pulmonares. Mas hoje se enfatiza muito a prevenção à base de corticóides inalatórios (administrados sob a forma de spray, inalação ou pó, duas vezes por dia) ou do novo anti-Ige, remédio injetável aplicado até duas vezes por mês, quase sem efeitos colaterais, mas ainda muito caro infelizmente.
A famosa bombinha, pode ser usada varias vezes por dia, desde que que o paciente com asma receba orientação médica. É necessário identificar o momento em que a bombinha não proporciona melhora. Nesse caso, o recurso é o atendimento de urgência. Não adie a ida ao pronto socorro pois pode chegar lá quando a insuficiência respiratória não pode mais ser revertida. Muitos subestimam a asma. A pesquisa da Organização Mundial da Alergia mostrou que 54% dos pacientes não reconhecem que ela pode ser fatal. Mas se tratada preventivamente tende a ser eventual o uso da bombinha.
Apesar do que muitos pais acreditem o uso do corticoide não prejudica o desenvolvimento da criança, os efeitos colaterais atribuídos ao uso prolongado de corticóides por via oral, como ganho de peso, aumento da pressão arterial, fraqueza muscular, vermelhidão no rosto e alterações estomacais, não são observados quando eles são administrados por via inalatória, e isso acontece devido ao medicamento age diretamente nos brônquios, as doses chegam a ser 100 vezes menores.
Uma coisa que faz parte da prevenção é o controle ambiental, pois os o ácaro, um carrapato microscópico, está presente no pó domiciliar, que precisa ser removido, procure evitar que objetos acumulem poeira no quarto (cortinas, almofadas, bichos de pelúcia, livros), deixar o sol entrar e limpar móveis e pisos frios.
A imunoterapia prepara de forma adequada e utilizada ao longo de três anos, a vacina pode apresentar 80% de eficácia, ela é uma vacina aplicada mensalmente em concentrações crescentes, estimula a adaptação do organismo ao que o agride.
Mulheres grávida não devem abandonar o tratamento, pois se asma não for controlada pode prejudicar a oxigenação do feto e colocar em risco a vida do bebê e da mãe, uma pesquisa realizada no Canadá, analisou os registros de 13 980 crianças e os comparou à história médica das mães. A conclusão foi que as asmáticas estavam mais sujeitas a ter bebês prematuros e de baixo peso. Saiba que durante a gestação um terço das alergias respiratórias melhora, um terço piora e o restante permanece inalterado. Mulheres que tiveram a doença na infância e passaram a vida adulta sem sintomas podem voltar a manifestá- los, e para o parto não é indicado a cesariana devido a asma, embora as crises durante o parto são raras.
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Categoria: Saúde | 1 comentário »
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- Izabelle: Maiis só de imaginar, elle nos braços de outra doí mto em min! porque HOJE eu posso GRITAR pra quem...
- Izabelle: Raiis olá, eu falei isso tbm pra elle uma vez! mais talvez essa seja a solução! oq eu maiis quero nessa...
- Rais: Oi Izabelle… Eu tb fiz isso uma vez, me arrependi, e sabe o que eu propus? Falei pra ele me trair...
- Izabelle: estou muito arrependida !
agosto 7th, 2009 at 13:32
Olha fiz o uso de corticoide durante toda minha gravidez e meu filho nasceu o cabelo muito grosso.o corticoide pode ter prejudicado?